Disfunção Erétil Psicológica: entenda o que é

Já parou para pensar sobre a disfunção erétil psicológica? Refletir sobre isso, em nossa sociedade é algo que, definitivamente, faz total sentido, sabia?

Para começar, é importante deixar claro que nós fazemos parte de uma sociedade totalmente sexualizada. Isso pode ser constatado pelo elevado consumo de pornografia e demais estímulos com conotação sexual

E, isso acontece não somente por meios físicos como também virtuais. Ou seja, acaba sendo mais que esperado que muitos homens acabem criando uma cobrança acerca do seu próprio desempenho sexual.

E, justamente essa cobrança poderá gerar muitos problemas! Um bom exemplo disso é a disfunção erétil psicológica. Muitos homens também podem conhecer esse problema como impotência sexual.

Mas, será que esse assunto é abordado da maneira correta? Definitivamente, falar sobre isso pode ser um passo importante para entender os caminhos possíveis de serem adotados e, claro, ter uma vida sexual mais feliz.

A disfunção erétil psicológica – entenda o que é!

Primeiramente, é importante entender de fato o que é a disfunção erétil. O problema refere-se a uma “incapacidade” que pode se manifestar de forma persistente ou, em alguns casos, recorrente.

Ou seja, trata-se de um quadro que dificulta o alcance ou manutenção de uma ereção suficiente para a penetração.

Por outro lado, é importante focar em um ponto de enorme importância. E, ele consiste em saber se a fonte do problema é psicológica ou física.

Para começar, é fundamental ter em mente que uma ereção depende sempre de alguns sinais cerebrais. São esses sinais que poderão dar o “start” para o processo de liberação de um componente chamado óxido nítrico.

Esse composto tem como papel fundamental ajudar na dilatação de vasos que são responsáveis por transportar o sangue até que ele chegue ao pênis.

Como resultado, quando esses vasos são devidamente dilatados, o pênis fica cheio de sangue. Isso permite, portanto, que ele fique rígido o suficiente para ser capaz de fazer a penetração.

causas da disfunção erétil psicológica

Algumas causas merecem destaque quando pensamos na disfunção erétil psicológica. A principal delas pode ter ligação com uma percepção negativa acerca do próprio corpo, por exemplo.

Como Tratar a Disfunção Erétil Psicológica

Esse sentimento pode também acarretar outros, como a vergonha e até mesmo uma sensação de estar totalmente fora dos padrões de beleza.

A disfunção erétil psicológica precisa de um acompanhamento e esse é um assunto que precisa ser debatido com quem lida com seus sintomas! Somente assim será possível retomar uma vida sexual feliz e o bem-estar!

Entre as diversas causas da disfunção erétil psicológica, além da que falamos acima, tem outras que devem ser levadas em consideração, tais como:

  • Ansiedade;
  • Depressão;
  • Relacionamento disfuncional;
  • Auto estima baixa;
  • Medicamentos;
  • Problemas vasculares;
  • Problemas hormonais;
  • Abuso sexual na infância;
  • Uso habitual da pornografia e masturbação;
  • Entre outros.

Para que o tratamento seja eficaz, é fundamental em terapia, analisar todas as áreas da vida do indivíduo, assim descantando possíveis causas e afunilar para que o resultado positivo seja visualizado mais rápido.

Tratamentos para a Disfunção Erétil Psicológica

Quando se fala em problemas de origem psicológica, é fundamental entender que a abordagem pode ser direto com profissional sexólogo com foco em Terapia Sexual, mas também pode seguir um tratamento multidisciplinar.

Na abordagem usada em Terapia Sexual Online ou presencial é utilizado um trabalho nas crenças limitantes que o paciente apresenta, assim como medos e insegurança sexual, causando o que chamamos de ansiedade de desempenho.

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Tratamentos Para Disfunção Erétil Psicológica

Na Terapia Sexual também é abordada a qualidade do relacionamento, além de como o indivíduo trabalha com a mente sabotadora, essa autossabotagem tira o foco do prazer sexual e direciona para outras questões que podem causar mais ansiedade.

O tratamento para a Disfunção Erétil Psicológica, assim como todos as queixas sexuais, são tratamentos breves com foco específico na solução principal do paciente.

Mesmo com a saúde em dia, não consigo ter uma ereção!

Nesse caso, é muito provável que você esteja vivenciando uma disfunção erétil psicológica. E, há diversos fatores que poderão estar em jogo aqui, principalmente a ansiedade de desempenho sexual.

Além disso, é importante lembrar que o problema é um ciclo, ou seja, fatores psicológicos podem afetar a qualidade da sua vida sexual – que por sua vez, afetam o psicológico novamente.

Os fatores mais comuns podem ser associados ao estresse, nervosismo, fadiga, cobrança acerca do desempenho sexual e ainda ansiedade.

Porém, infelizmente, não há como limitar esses fatores na nossa rotina diária. Todos nós estamos sujeitos a vivenciar momentos estressantes ou que não despertem ansiedade, não é mesmo?

Ou seja, isso é tão comum e tão constante que, por vezes, nem nos damos conta. Mas, ter um olhar mais profundo sobre como lidamos com todos os fatores psicológicos é algo de extrema importância.

Quando procuramos olhar à nossa volta percebemos a grande soma de preocupações que temos que lidar. Questões até mesmo simples como a responsabilidade de pagar contas, trabalho, prazos e etc sempre estão presentes no nosso dia-a-dia.

E, de fato, tudo isso pode ser muito estressante, concorda? Por isso, quando não conseguimos estabelecer um equilíbrio acerca de todo esse problema isso pode acabar se refletindo na qualidade da vida sexual.

Isso quer dizer que, muitos homens, poderão sim ter que lidar com a disfunção erétil psicológica.

Entendendo melhor a disfunção erétil psicológica

Se por acaso você já procurou a devida ajuda e sabe que o seu problema é uma disfunção erétil psicológica, vale a pena agora entender quais são as possíveis causas e até mesmo linhas de tratamento!

Em grande parte dos casos, o problema acaba sendo nada mais do que um tipo de desconforto provocado pela sua mente. É algo semelhante ao que acontece com a ejaculação precoce, por exemplo.

Em ambos os casos, existe uma forte ligação com a ansiedade! Ou seja, é hora de você pensar na possibilidade de alterar alguns comportamentos e hábitos, concorda?

Além disso, uma dose extra de força de vontade e, claro, determinação poderá fazer toda a diferença. E, quando buscamos mais informações e conhecimentos sobre o assunto, melhor!

Nesse caso, tudo isso acaba sendo potencializado quando se é instruído por um terapeuta. Na verdade, a disfunção erétil psicológica não é algo complexo de ser resolvido, mas é preciso querer que as mudanças aconteçam!

Erros e acertos por parte dos homens!

Quando paramos para pensar mais profundamente em um cenário de disfunção erétil psicológica, os erros acabam sendo fatores marcantes. O grande problema é que a busca por ajuda sempre acontece tardiamente.

Ou seja, buscar ajuda profissional é algo que, erroneamente, é descartado por quem apresenta sintomas do problema. Por outro lado, muitos acabam tentando colocar em ação soluções caseiras.

E, não só isso! Muitos homens sentem vergonha de buscar ajuda psicológica. O fato é que isso pode prolongar o problema e acarretar outros cenários como, ansiedade, estresse, e até mesmo desencadear Ejaculação Precoce e Falta de Desejo Sexual, entre outros.

A terapia sexual online ou presencial poderá ajudar identificar os caminhos a serem adotados, dialogar sobre o assunto e lidar com efeitos psicológicos do problema, além é claro de dar direcionamento de como solucionar o problema.

Muitas pessoas ficam confusas com esse problema!

A disfunção erétil psicológica é um quadro de saúde sexual e, em alguns casos, acaba recebendo muitos nomes diferentes. E, isso certamente causa muita confusão!

Veja alguns exemplos de nomes normalmente usados para esse problema:

  • Disfunção erétil psicológica;
  • Disfunção psicológica;
  • Impotência psicológica;
  • Disfunção erétil emocional;
  • Impotência sexual psicológica;
  • Entre outros.

Porém, muita calma nessa hora, ok? Todos os nomes usados acima, na verdade, são exatamente a mesma coisa!

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Confira também no blog da Débora Martins

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